No último sábado, o CREF2/RS realizou a solenidade de inauguração e de instalação da Comissão Especial da Mulher do CREF2/RS Justiceiras de Bombacha. O evento, realizado na Câmara Municipal de Porto Alegre, contou com a presença de diversas autoridades locais, representantes do Sistema CONFEF/CREFs e de profissionais registradas.
Criada com o intuito de combater a discriminação e abrir um canal para o envio de denúncias de assédio, a Comissão promoverá um trabalho de grande importância dentro da Educação Física do Rio Grande do Sul, comentou o presidente do CREF2/RS Alessandro Gamboa (CREF 001534-G/RS) no seu discurso de abertura.
A primeira mesa de debate foi composta com a deputada estadual Delegada Nadine, com a Coordenadora do Grupo Especial de Prevenção e Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do MP-RS Carla Frós, com a diretora da Divisão de Proteção à Mulher do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis da Polícia Civil Cristiane Ramos e com a vereadora Comandante Nádia.
A 1ª vice-presidente Carla Pretto (CREF 006564-G/RS) e a 1ª tesoureira Luciane Citadin (CREF 000100-G/RS), que integram a Comissão Especial da Mulher, mediaram as falas das convidadas e também discursaram durante o evento. Ao iniciarmos as atividades desta Comissão, estamos propondo que o CREF2/RS olhe com mais carinho e respeito para os obstáculos que são colocados à nossa frente. Lugar da mulher é onde ela quiser, pontuou Carla.
A segunda mesa foi formada pela Diretora do Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul Liseane Hartmann, pela Promotora de Justiça da Infância e da Juventude de Porto Alegre Cinara Braga, pela conselheira do CREF4/SP Cida Conti (CREF 078160-G/SP) e pela ex-deputada estadual Fran Somensi.
A luta em defesa da mulher precisa ser feita diariamente, de forma coletiva por todas nós, avaliou Luciane. Não tenho dúvidas de que a Comissão Justiceiras de Bombacha está sendo criada com um grande propósito. Saibam que estamos engajados para que possamos combater a discriminação, a violência e o assédio contra a mulher, concluiu Gamboa.

